No Brasil, a marca é de quem registra primeiro, não de quem usa há anos. A S3U verifica de graça se o nome do seu negócio ainda pode ser seu.
É uma terça-feira comum. Você está resolvendo outra coisa quando chega um e-mail com um assunto que você nunca tinha visto antes: “Notificação extrajudicial — uso indevido de marca”.
Você lê duas vezes. O nome que está ali é o seu. A empresa que assina a notificação você nunca ouviu falar... Agora, você tem poucos dias para parar de usar o próprio nome.
Se você vive do seu nome, algumas destas perguntas já devem ter passado pela sua cabeça:
Será que alguém pode registrar meu nome antes de mim?
Meu curso está circulando de graça no Telegram, e agora?
Tem um copycat ensinando o meu método com outro sotaque.
Fechei uma parceria... mas de quem é a marca do produto?
Registro de marca parece coisa de advogado caro. Deixo pra depois.
Me ligaram dizendo que “estão registrando minha marca”. Golpe ou verdade?
Você pode ser intimado a parar de usar o próprio nome do dia para a noite — como já aconteceu em vários casos reais.
Você será forçado a fazer rebranding às pressas: bio, domínio, anúncios, rótulo, embalagem, nome do curso, fachada. E a audiência que aprendeu a te procurar pelo nome, vai ter que se adaptar.
Tentar recuperar a marca depois custa anos e advogado — muito mais do que registrar antes. E sem nenhuma garantia de sucesso.
Cruzamos 27,8 milhões de CNPJs com os 6,5 milhões de registros e pedidos de marca da base oficial do INPI. Simplificamos o processo em 3 passos:
Relatório completo na base oficial do INPI em até 1 dia útil: score, colidências e o caminho recomendado — com data e fonte para você conferir.
O Protocolo Feito Por Nós define a estratégia, classe certa, forma e especificação, e protocola no e-INPI com comprovante no mesmo dia. Prefere fazer sozinho? O Kit te guia passo a passo.
O Protocolo inclui alertas de cada marco do seu processo: publicação, janela de oposição, exigência, deferimento. E, se quiser guarda permanente, a Vigilância de Marca S3U (R$ 47/mês) lê a Revista do INPI toda semana por você e avisa no WhatsApp se alguém depositar um nome igual ou parecido com o seu. Cancela por mensagem, quando quiser.
Notificado a abandonar o nome que usava há 10 anos — um terceiro registrou primeiro.
Fato público · 2026O bordão “Receba” depositado por empresa ligada ao ex-empresário dele.
Fato público · 2022Registro indeferido na classe 41 — o coração do negócio — por colidência com marca preexistente. Buscar as classes afins antes de depositar existe exatamente para isso.
Fato público · 2026A marca nasceu registrada no CPF de um dos sócios. Quando ele saiu, em 2022, o contrato tratou a propriedade intelectual de forma genérica — e a titularidade do nome virou disputa no INPI que dura até hoje.
Fato público · 2022–2026E o caso que mais nos ensinou: a fundadora afirma ter feito a pesquisa de disponibilidade e depositado no INPI com assessoria especializada. Recebeu a notificação extrajudicial mesmo assim e optou por trocar o nome da marca — em plena curva de crescimento — em vez de litigar.
Fato público · 2026Quase todo dono de negócio acredita estar protegido por alguma coisa:
Registra a empresa. Não a marca.
A Junta é estadual e cuida do registro de empresa, não de propriedade industrial. Não impede ninguém de registrar a marca no INPI.
Garante o endereço na internet. Não o nome.
É regra da plataforma / redes sociais, não direito de marca.
Pode ajudar numa disputa (a lei chama de direito de precedência, e exige que você reivindique e prove). Não substitui o registro.
E tem o último degrau, o que pega quem já se sente resolvido: mesmo quem registrou pode perder. Quem não acompanha as publicações semanais do INPI deixa passar o prazo para se opor a uma marca parecida — e registro concedido também pode ser anulado depois.
Se você não tem certeza de como registrar sua marca, nosso relatório te responde. De graça, por escrito, em um dia.
VERIFICAR MEU NOME GRÁTISSó você pode usar o nome na sua área de atuação, em todo o país — por 10 anos, renováveis quantas vezes quiser.
Derrubar o copycat vira seu direito: notificação com força legal — e as plataformas (Instagram, YouTube, marketplaces) aceitam o registro como prova para remover perfil e produto falso.
Marca registrada se licencia, se franqueia, se vende — e valoriza o negócio. Investidor e comprador olham isso antes de qualquer proposta.
Acabou o risco de acordar com uma notificação mandando você parar de usar o próprio nome. O funil, o domínio e a marca ficam ancorados num direito, não na sorte.
Sinal público de que o nome tem dono e o negócio é profissional.
Com a marca registrada no CNPJ certo, fica claro de quem é o produto...
Cada etapa do caminho já te dá algo concreto — e a gente te avisa quando cada uma acontecer:
Sua posição na fila fica garantida. Quem tentar depositar o mesmo nome depois de você fica atrás. É por isso que cada semana conta.
O pedido fica público por 60 dias e terceiros podem contestar. Se ninguém se opõe, um dos maiores riscos do processo fica para trás — um marco que a maioria nem sabe que existe.
O INPI analisa o pedido. Acompanhamos a Revista toda semana e você recebe cada movimento traduzido, sem precisar perguntar.
O nome é seu por 10 anos, renováveis!
Um pedido depositado ainda não é registro concedido — a decisão final é sempre do INPI, e quem te prometer o contrário não está sendo honesto. Mas cada etapa vencida é proteção real que você já carrega.
A S3U nasceu de um incômodo: a imensa maioria das empresas do Brasil construíram marcas valiosas que, no papel, ainda não são delas. Decidi construir o serviço que eu gostaria de contratar: análise honesta antes de qualquer pagamento, preço transparente e aviso em cada marco do processo. Marca não é protocolo, é patrimônio.
Meu nome é Diogo Villela, sou advogado (OAB/DF nº 81158) e pós-graduado em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral. Desenvolvemos uma tecnologia para sanar uma dor antes mesmo dela acontecer. Fazemos a busca, cruzamos os dados, monitoramos a Revista do INPI e, a revisão humana, a minha, fica no ponto que decide: a análise que diz se vale ou não vale depositar sua marca. Esse veredito você recebe de graça, por escrito. É simples assim.
“Quem promete resultado no INPI não está sendo honesto com você. Todo fato deste site tem data e fonte oficial. E você pode conferir tudo — inclusive a mim.”
O INPI divide o mercado em 45 classes, e um pedido entra em uma. Escolher a errada é o mesmo que não registrar: você paga a taxa e protege uma atividade que não é a sua. É o erro mais comum de quem protocola sem auxílio. Nós tratamos isso como prioridade:
“O que você faz com a sua marca?” Quem fabrica deposita na classe do produto. Quem revende deposita na classe 35 (comércio) — não na classe do produto que revende. A lei exige que a classe corresponda à atividade real (art. 128, §1º da LPI) — e o registro na atividade que você não exerce pode caducar (art. 144).
Analisamos 1,1 milhão de decisões reais de examinador do INPI. 86% dos bloqueios acontecem dentro da própria classe, mas 14% vêm de outra classe, por afinidade. Sabemos, classe a classe, de onde vêm os bloqueios cruzados.
Trabalhamos com as listas oficiais do INPI (NCL 13ª edição/2026 + Listas Auxiliares) — 15.021 itens pré-aprovados — e escolhemos a redação exata que descreve o seu negócio. Especificação pré-aprovada tem análise de adequação dispensada e taxa menor: R$ 440/880 em vez de R$ 860/1.720 da redação livre.
Fazemos o contrário do mercado. Primeiro, a gente te mostra se o seu nome tem chance, depois você decide se quer nossa ajuda.
Abrindo empresa? Batizando um curso ou produto novo? Escolha o nome já sabendo que ele é registrável — em vez de se apaixonar por um nome travado:
O mapa completo para protocolar por conta própria sem errar classe, especificação ou prazo:
A gente pega o seu caso e protocola do jeito certo:
Especificação pré-aprovada do INPI tem análise de adequação dispensada: R$ 440 em vez de R$ 860 (MEI, ME, EPP e pessoa física); R$ 880 em vez de R$ 1.720 nos demais casos. Quem escreve a especificação livremente paga a taxa cara. Só essa diferença cobre quase todo o nosso serviço.
O pedido entra em uma classe. Se ela não corresponde à sua atividade real, você pagou para proteger o que não é seu — e para consertar é novo depósito, nova taxa integral e volta para o fim da fila do INPI. O erro custa mais que o serviço, duas vezes.
R$ 447 no Pix divididos pelos 120 meses de validade do registro. É o custo mensal de manter o seu nome sendo seu, com direito de exclusividade em todo o território nacional e base para tirar do ar quem copiar.
Somando taxa e serviço, o depósito bem feito com a gente sai praticamente no mesmo valor de um depósito feito às pressas na redação livre — com a diferença de que um foi conferido por advogado e o outro é uma aposta. Caro não é o serviço: é repetir o depósito.
Nesse caso, não recomendamos o depósito — e não executamos o protocolo. Se, sabendo do risco, você decidir protocolar mesmo assim, o Kit Registre Você Mesmo está disponível mediante um termo de ciência de risco: você assina dizendo que entendeu o cenário, e o mapa é seu. Ninguém aqui vai te empurrar um serviço para um caso em que não acreditamos, não faz parte dos nossos valores.
A taxa oficial do INPI (R$ 440 para MEI/ME/EPP, R$ 880 para as demais) é paga por você, direto ao governo, na GRU emitida no seu nome, nunca passa pela nossa conta. O que prometemos é o que controlamos — análise honesta, protocolo bem feito e nenhum prazo perdido.
Pergunte o que está incluído. Sem busca profunda, análise e estratégia de classes, o pedido entra às cegas — cerca de 7 mil pedidos do nicho já morreram no INPI assim. Aqui a análise mais profunda vem antes, de graça, e o Protocolo completo custa R$ 497 (R$ 447 no Pix), com revisão de advogado em 100% dos casos.
Ninguém pode garantir — a decisão final é sempre do INPI, e quem promete deferimento está te enganando. Garantimos o que controlamos: você sabe o veredito antes de pagar qualquer coisa (o relatório é grátis), a estratégia certa de classe e especificação, o protocolo bem feito e nenhum prazo perdido.
Pode — e a gente torce por você. Comece pelo relatório grátis; se quiser o mapa completo, o Kit Registre Você Mesmo (R$ 177 no Pix) te guia passo a passo. O risco de ir às cegas é a classe errada ou uma colidência não vista: o pedido morre e a taxa não volta.
Não acredite: confira. Tudo o que enviamos vem com fonte oficial e data — e te ensinamos a verificar no site do INPI, logo abaixo.
Enquanto o nome está livre, registrar custa R$ 440 de taxa do INPI e uma tarde. Depois que alguém deposita primeiro, o mesmo problema passa a custar advogado, tempo e — em muitos casos — o nome. A classe livre de hoje é um estado temporário, não uma garantia.
Todo alerta nosso vem com fonte oficial e data — nunca com pressa e medo.
Busque seu nome em busca.inpi.gov.br, classes 41 e 35. Não acredite na gente: verifique.
Não ligamos insistindo. Somos transparentes com aqueles que gostariam do serviço.
Taxa do governo separada ao centavo e contrato antes de qualquer cobrança.
O INPI leva, em média, cerca de 18 meses no exame sem oposição — a meta oficial é aproximar de 10. Você acompanha cada movimento sem precisar perguntar.
Você fica sabendo de graça — esse é o ponto. Não vendemos protocolo para caso em que não acreditamos: em caso vermelho, não recomendamos e não executamos. Se você decidir seguir por conta própria, o Kit existe para isso, com um termo de ciência de risco para deixar tudo às claras. Você sabe o veredito antes de pagar qualquer coisa — o relatório é grátis.
O fundador é advogado, com OAB ativa. O registro de marca no INPI não exige advogado e não é exercício de advocacia — por isso o serviço é uma assessoria especializada, com preço público e processo transparente. Se o seu caso evoluir para disputa judicial, você recebe o encaminhamento certo.
Sim: 50% de desconto na taxa oficial — R$ 440 por classe em vez de R$ 880.
O INPI publica milhares de pedidos novos por semana — e ninguém te avisa. A Vigilância de Marca S3U é uma assinatura de R$ 47/mês: lemos a RPI do INPI toda semana por você e avisamos no WhatsApp se alguém depositar um nome igual ou parecido com o seu. Cancela por mensagem, quando quiser, sem multa. (Os alertas dos marcos do seu próprio processo já vêm inclusos no Protocolo, sem custo extra.)
Não — esse é o ponto. Você recebe cada etapa traduzida: o que aconteceu, o que significa e o que (se algo) você precisa fazer.
Não — e desconfie de quem mistura. A taxa oficial (R$ 440 para MEI/ME/EPP ou R$ 880) é do governo: a GRU sai no seu nome e você paga direto ao INPI. Ela nunca passa pela nossa conta. O nosso preço é só pelo nosso trabalho: R$ 197 (infoprodutos) ou R$ 497 (protocolo com revisão de advogado) — Pix à vista com desconto ou cartão em até 12x.
Ninguém pode garantir isso — a decisão final é sempre do INPI, e quem promete deferimento está te enganando. O que garantimos é o que está sob nosso controle: a análise honesta antes de qualquer pagamento, a estratégia certa de classe e especificação, o protocolo bem feito e o aviso em cada marco do processo.
Quase sempre não — e é curioso como quem cobra por classe recomenda várias. A lei exige que a classe corresponda à atividade que você exerce de verdade (art. 128, §1º da LPI), e o registro na atividade que você não usa pode caducar em parte a partir do 5º ano, a pedido de qualquer interessado (art. 144). Ou seja: classe extra “por garantia” é taxa paga por uma proteção que pode não se sustentar. A nossa regra é uma classe — a certa —, e uma segunda apenas quando a sua operação real justifica (por exemplo, revenda que também faz assistência técnica em nome próprio). Quando for o caso, a gente te fala; quando não for, também.
Você vai receber a mesma análise que a gente faz antes de aceitar protocolar qualquer marca. Por escrito, com o número de cada processo, para você conferir sozinho — inclusive contra a gente. Role para ver o que tem dentro.
A primeira linha responde o que você quer saber, sem enrolação: dá ou não dá, e o que fazer.
Qual é a classe certa para a sua atividade (a escolha que decide o pedido) e quais outras a gente verificou, porque 14% dos bloqueios vêm de outra classe.
Até cinco achados, cada um com o número do processo no INPI, o titular, a situação atual e uma frase em português explicando o que aquilo significa para você.
Um número de 0 a 100 e a memória de cálculo linha a linha: o que somou, o que subtraiu e por quê. Nada de caixa-preta.
A leitura do seu caso hoje, no momento do depósito e daqui a dois anos.
Se o caminho estiver bloqueado, você recebe as três saídas reais (criar distinção, negociar com o titular ou reposicionar), não um “infelizmente não dá”.
No anexo vai tudo o que a busca devolveu — inclusive o que não nos convém e o que não te atrapalha.
Elaborado com revisão de Diogo Villela — advogado, OAB/DF nº 81158.
Para efeito de comparação: existe empresa no mercado que cobra R$ 462 apenas pela busca de anterioridade. Aqui, o relatório inteiro é de graça — e é ele que diz se você deve ou não contratar alguma coisa nossa depois.
São 5 campos obrigatórios — leva menos de um minuto. O relatório chega no seu WhatsApp em até 1 dia útil (normalmente, em poucas horas).
R$ 440 a R$ 880 — é o que a taxa do INPI custa. Você paga direto ao governo, por GRU no seu nome, e ela não volta se o pedido for indeferido.
18,5 meses — é o tempo médio de exame do INPI num pedido sem oposição. É esse o tempo que você espera para descobrir que deu errado.
57% — das empresas que nunca tentaram registrar já esbarravam numa marca anterior, na nossa medição de 1.000 casos. Sinal de conflito, não sentença: quem decide é o INPI.
Verificar antes custa zero e leva um dia. Depositar no escuro custa a taxa, a espera e — se der errado — o nome.
E se a notícia for ruim? Aí ela vale ainda mais. Descobrir agora custa zero; descobrir depois do depósito custa a taxa e a espera. E o relatório não te deixa no vácuo: quando o caminho está bloqueado, ele mostra as três saídas reais em vez de um “infelizmente não dá”.
O que acontece depois que você enviar: você recebe o relatório. Só isso. Sem ligação de vendedor, sem sequência de e-mails de pressão. Se você não responder, a gente não insiste. Para não receber mais nenhum contato, responda SAIR — e acabou.
Seu relatório chega em até 1 dia útil no WhatsApp que você informou (e no e-mail, se deixou um). Normalmente é bem mais rápido.