Paulinho o Loko
Foi notificado a abandonar o nome que usava há mais de dez anos: um terceiro registrou primeiro.
Fato público · 2026
Meu nome é Diogo Villela, sou advogado e pós-graduado em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral.
A S3U nasceu de um incômodo que surgiu ao trabalhar ao lado de pequenas e médias empresas. Percebi que, muitas vezes, o dono não tem tempo, decide as coisas sozinho e não dispõe de dados apropriados para tomar uma decisão. No longo prazo, isso custa caro.
Enquanto grandes empresas têm vários profissionais para ajudar a pensar, as pequenas e médias empresas, quase nunca.
Por meio de pessoas, processos e tecnologia, a S3U veio para mudar isso.
Foi notificado a abandonar o nome que usava há mais de dez anos: um terceiro registrou primeiro.
Fato público · 2026O bordão “Receba” foi depositado por empresa ligada ao ex-empresário dele.
Fato público · 2022Registro indeferido na classe 41, o coração do negócio, por colidência com marca preexistente.
Fato público · 2026A marca nasceu registrada no CPF de um dos sócios. Os pedidos de 2021 foram indeferidos, seguem em recurso, e a titularidade do nome é disputada no INPI até hoje.
Fato público · 2022 a 2026E o caso que mais nos ensinou: a fundadora afirma ter feito a pesquisa de disponibilidade e depositado no INPI com assessoria especializada. Mesmo assim, recebeu a notificação extrajudicial e optou por trocar o nome da marca.
Fato público · 2026Fatos públicos, com fonte na imprensa.
O registro garante o uso exclusivo do nome na sua atividade em território nacional, por dez anos, renováveis indefinidamente.
Com o registro em mãos, dá para notificar quem usa nome igual ou parecido, pedir a retirada em marketplaces e redes sociais e agir na Justiça.
Marca registrada é bem transferível: pode ser vendida, licenciada para franquia e contabilizada no valor da empresa. Nome sem registro não vale nada em negociação.
Investidor, franqueado e cliente grande perguntam pelo registro antes de assinar. Sem ele, o seu nome vira cláusula de risco no contrato.
Trocar de nome depois custa embalagem, fachada, site, domínio, anúncio e a audiência que já sabia te encontrar.
O pedido no INPI tem data e número públicos. É o documento que responde por você quando alguém reivindicar o mesmo nome.
Quase todo dono de negócio acredita estar protegido por alguma dessas coisas:
Registra a empresa. Não a marca.
A Junta estadual cuida do registro de empresa, não de propriedade industrial. Não impede ninguém de registrar a marca no INPI.
Garante o endereço na internet. Não o nome.
É regra da rede social, não direito de marca.
Não é registro de marca. A plataforma é alugada. A marca registrada é sua.
Pode ajudar numa disputa (a lei chama de direito de precedência e exige que você reivindique e prove).
Descobri uma marca igual à minha na classe vizinha antes de mandar fazer a fachada.
A busca não achou nada parecido. Protocolei na semana seguinte.
A marca estava registrada no CPF do meu antigo sócio. Eu nem sabia.
Descobri uma marca igual à minha na classe vizinha antes de mandar fazer a fachada.
A busca não achou nada parecido. Protocolei na semana seguinte.
A marca estava registrada no CPF do meu antigo sócio. Eu nem sabia.
Recebi uma notificação e achei que tinha que fechar. O relatório mostrou que a classe deles nem era a minha.
Eu ia pagar três classes. Precisava de uma.
Troquei o nome antes de imprimir a primeira embalagem. Doeu menos do que trocar depois.
Recebi uma notificação e achei que tinha que fechar. O relatório mostrou que a classe deles nem era a minha.
Eu ia pagar três classes. Precisava de uma.
Troquei o nome antes de imprimir a primeira embalagem. Doeu menos do que trocar depois.
Achei que o CNPJ já protegia o nome. Não protegia.
O relatório veio com o número de cada processo. Conferi no site do INPI e batia.
Achei que o CNPJ já protegia o nome. Não protegia.
O relatório veio com o número de cada processo. Conferi no site do INPI e batia.
Monitoramento incluso até a decisão do INPI, sem mensalidade. Acompanhamos toda semana a revista oficial do INPI e avisamos se aparecer pedido igual ou parecido com o seu.
Duas classes por R$ 1.194. A segunda classe fecha a porta do vizinho: é na classe ao lado que o pedido parecido costuma aparecer primeiro.
Protocolar não é o fim. Quando acontece algo importante com a sua marca no INPI, você recebe um aviso no WhatsApp, explicado sem complicação.
Ele fica incluso até o INPI decidir o seu pedido, sem mensalidade e sem renovação automática.
Depois da decisão, continuar é opcional e só acontece se você pedir.
A taxa do INPI (R$ 440 ou R$ 880) é paga por você, direto ao governo, em guia emitida no seu nome: ela nunca passa pela nossa conta.
Quem contrata direto recebe a verificação como primeira etapa. Se o nome for inviável, nada é protocolado e o valor pago volta integral.
Os dois caminhos existem. Pessoa física paga taxa reduzida do INPI (R$ 440) quando não tem participação em empresa do ramo. O relatório e a conversa definem o melhor para o seu caso.
Pode, como marca, nas classes da sua atividade. É exatamente o que a verificação gratuita analisa.
A mediana medida pelo próprio INPI em 2025 foi de 18,3 meses do depósito até a decisão nos pedidos sem oposição, e de 34,4 meses nos que receberam oposição (Relatório de Gestão INPI 2025). Para 2026 o INPI publicou meta de 10 meses sem oposição. Trabalhamos com o realizado, não com a meta. Você acompanha cada movimento sem precisar perguntar.
Você fica sabendo antes de pagar qualquer coisa. Em caso vermelho, não recomendamos e não executamos.
O fundador, Diogo Villela, é advogado (OAB/DF 81.158) e revisa cada etapa. A S3U não é um escritório de advocacia: é uma assessoria em registro de marcas, e o pedido no INPI não exige advogado. Se o seu caso virar disputa judicial, você recebe o encaminhamento certo.
Sim: 50% de desconto na taxa oficial, R$ 440 por classe em vez de R$ 880.
Não: esse é o ponto. Você recebe cada etapa traduzida: o que aconteceu, o que significa e se você precisa fazer alguma coisa.
Não, e desconfie de quem mistura. A taxa oficial (R$ 440 para MEI/ME/EPP ou R$ 880) é do governo: a GRU sai no seu nome e você paga direto ao INPI. Ela nunca passa pela nossa conta. O nosso preço é só pelo nosso trabalho: R$ 897 (Protocolo, com revisão de advogado). Pix ou em até 6x no cartão, mesmo valor.
Não, e ninguém pode. O que garantimos é o que está sob nosso controle: a análise antes de qualquer pagamento, a classe e a especificação certas, o protocolo bem feito e o aviso em cada etapa.
Quase sempre não. A lei exige que a classe corresponda à atividade que você exerce de verdade (art. 128, §1º da LPI), e o registro na atividade que você não usa pode caducar em parte a partir do 5º ano, a pedido de qualquer interessado (art. 144). Ou seja: classe extra “por garantia” é taxa paga por uma proteção que pode não se sustentar. A nossa regra é uma classe, a certa, e uma segunda apenas quando a sua operação real justifica (por exemplo, revenda que também faz assistência técnica em nome próprio).
PS: A primeira marca que analisamos foi a nossa. O resultado foi “não registre assim: tem colidência”. Trocamos o nome antes de vender qualquer coisa a alguém.