Antes de abrir, você precisa de números que ninguém tem de cabeça: o tamanho do mercado, o preço dos concorrentes, as taxas sobre cada venda, o custo de um funcionário e o imposto. Esta página diz onde encontrar cada um, em fonte pública ou com o seu contador, e para qual das três ferramentas ele serve.
Aqui não tem nenhum número nosso, de propósito. Taxa, comissão, salário e imposto mudam de setor, de estado e de mês. O número certo é o que você encontrar na fonte, com a data da consulta anotada ao lado.
Você precisa de um número para o tamanho do mercado que pretende atender, e da fonte de onde ele veio. Mercado grande demais faz você se perder; pequeno demais não paga a conta.
Levante de cinco a dez concorrentes, sem esquecer os que não têm site: o informal, o conhecido que faz por fora e o jeito que a pessoa se vira sozinha hoje. Esse último costuma ser o concorrente mais forte.
Entre o preço na etiqueta e o dinheiro que cai na conta, some um pedaço: maquininha, comissão, frete e imposto. É ele que aperta o caixa de um negócio que parece lucrativo no papel. Nenhum desses custos é igual para todo mundo.
O salário não é o custo total. Com carteira assinada, entram encargos, benefícios, férias e décimo terceiro, e a conta cheia costuma surpreender quem nunca contratou.
Estas perguntas mudam o resultado das suas contas e não têm resposta genérica. Leve a lista pronta para a primeira conversa com o seu contador.
Registrar a empresa na Junta Comercial e registrar a marca no INPI são coisas diferentes. Abrir o CNPJ com um nome não impede que outra pessoa seja dona desse nome como marca: no Brasil, a marca é de quem registra primeiro, não de quem usa há mais tempo.